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» » Prestação da casa recua para novo mínimo de sempre
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Descida dos encargos com o crédito à habitação oscila entre 0,9% e 2,9% nos contratos revistos em Outubro.

O rumo descendente das taxas Euribor que se observa há cerca de quatro anos continua a favorecer o bolso das famílias com crédito à habitação de taxa variável. Essa tendência volta a reflectir-se nos contratos revistos no próximo mês. As descidas no valor da prestação mensal vão oscilar entre um mínimo de 0,3% e um máximo de 2,9%.

O maior alívio será sentido pelas famílias que têm a Euribor a 12 meses como indexante, dado que estas só agora sentirão as descidas do último ano. A prestação mensal cai 2,9% o que, para um exemplo de um crédito no valor de 100 mil euros, a 30 anos, e com um ‘spread' de 1%, equivale a uma poupança mensal de 10 euros, com a prestação a situar-se nos 328,81 euros. De salientar, contudo, que será muito baixo o número de famílias a beneficiar dessa redução, já que a Euribor a 12 meses tem pouca expressão no "bolo" do crédito à habitação em Portugal. Para os contratos que têm como referência os restantes indexantes, o próximo mês também será marcado por mais um alívio de encargos, mas muito mais curto. Quem optou pela taxa a seis meses verá o valor da prestação cair 0,9%, o que para o cenário apresentado significa uma poupança mensal de 2,81 euros, para um valor mensal de 323,3 euros. Nos crédito à habitação indexados à taxa Euribor a três meses, a poupança mensal será ainda menor. Tendo em conta o mesmo exemplo, a poupança esperada é ligeiramente superior a um euro por mês, com a nova prestação a fixar-se em 319,94 euros, menos 0,3% face à última mensalidade.

Os três indexantes encontram-se actualmente em mínimos históricos - no caso da Euribor a três meses o valor chega mesmo a ser negativo (-0,041%) -, mas é notório um ritmo de descida cada vez menor. Isto poderá indiciar que não existe muito mais margem de poupança para as famílias com crédito à habitação. Mas à partida também não será de antecipar que os portugueses venham a sentir uma subida abrupta no valor das prestações. O mercado antecipa que a Euribor a três meses se mantenha negativa até Março de 2017, com uma subida muito gradual a partir dessa altura. Para o final de 2017, os contratos de futuros colocam este indexante nos 0,12%, o que significa uma subida de 2,26% no valor da prestação da casa face aos níveis actuais
.
De salientar, contudo, que as expectativas do mercado podem alterar-se caso o Banco Central Europeu suba a taxa de juro de referência mais cedo do que o esperado ou limite o actual programa mensal de compra de activos, alterando assim as expectativas do mercado.

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